sábado, 24 de agosto de 2013

Um mundo estranho



 Imagine um mundo muito estranho, um mundo onde as pessoas são, acima de tudo, respeitadas, não importando suas escolhas, seus atos, suas condições, comportamentos, aparências, tamanhos, cores, sexualidades, formas de pensar, crenças, gostos pessoais, etc. Um mundo com uma democracia verdadeira, em que é realmente o povo quem governa e cria as próprias leis, todos em harmonia para com todos e consigo mesmos. 
  Neste mundo a liberdade não teria fronteiras, a liberdade seria livre, e não haveria ilusões de liberdade. Não haveria concentração de poder pois ninguém iria se sobressair, haveria igualdade em todos os sentidos, exceto naqueles em que somos diferentes, o que nos torna únicos. Seríamos valorizados como seres humanos, teríamos TODOS os nosso direitos reconhecidos por todos. 

  Não teríamos que fazer discussões com argumentos infundados ou debates desnecessários, não teríamos sequer que pensar em certos assuntos e todos sabemos porque se refletirmos um pouco. Sem absurdos e sem violências, a não ser aquela que dá prazer e não machuca terceiros, quartos, quintos e assim por diante. 

  Não haveria críticas sem profundas reflexões e nem Apartheids sócio-político-econômicos.
Deixaria de haver muitas coisas e existiriam outras infinitamente melhores, seria um mundo tão lindo, mas será que nos adaptaríamos à ele? Talvez sim, talvez não. Em um mundo real tão ao contrário deste que descrevi, me parece quase impossível que um ser humano fosse capaz de viver assim, pois é um mundo tão estranho, e o que é estranho dá muito medo.       

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